Sumário

1. Introdução
2. Padrões de Design
– 2.1 O Problema do Design
– 2.2 A História Causal dos Padrões na Natureza
– 2.3 Rumo a Uma Teoria para o Design Inteligente
3. A Teoria do Design Inteligente
– 3.1 Complexidade Especificada
– 3.2 Complexidade Irredutível

– 3.3 As Várias Faces da Teoria do Design Inteligente
4. Filosofia – Raiz das Cosmovisões
– 4.1 Assédio Positivo
– 4.2 Descrição vs Prescrição
– 4.3 Vício Epistemológico Darwiniano
– 4.4 Dos Contextos

5. Cosmovisão
– 5.1 Possibilidade de Conhecimento
– 5.2 Estrutura Orgânica
– 5.3 Naturalismo
– 5.4 Ontologia do Design

6. Realismo Platônico
– 6.1 A Supressão
– 6.2 O Triunfo

7. As Tendências dos Sistemas
– 7.1 Ordem
– 7.2 Fractais
– 7.3 Estocasticidade
– 7.4 O que Paley não Soube Expressar
– 7.5 Organização
– 7.6 Emergência & Sinuca Causal
– 7.7 Um Algoritmo rumo a Vida
– 7.8 Tendência à Intelecção

8. Formalismo
– 8.1 Cibernética
– 8.2 O Corte Cibernético
– 8.3 O Domínio Formal
– 8.4 Função
– 8.5 Guerra à Teleologia
– 8.6 Conceitos

9. Racionalização
– 9.1 Intuição & Inferência Abdutiva
– 9.2 Descontinuidade
– 9.3 Compromisso & Reserva Teórica
– 9.4 Correspondência e Coerência
– 9.5 Sequências Informacionais

10. Contexto Cibernético
– 10.1 Tratamento
– 10.2 Bottom-Up (debaixo pra cima)
– 10.3 Top-Down (de cima pra baixo)
– 10.4 Predefinição
– 10.5 Informação Prescritiva
– 10.6 Seleção Imediata vs Seleção com Potencial: Imediatismo vs Predefinições
– 10.7 Reconhecimento de Padrões

11. Orientação às Tendências
– 11.1 Padrões de Design
– 11.2 Tendências
– 11.3 Método para Composição
– 11.4 Impondo a Cosmovisão: Teoria vs Realidade

12. Desfecho

Eskelsen
Blumenau, 9 de Julho de 2016